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JI-PR >> POPULAÇÃO SEM FARMÁCIA DURANTE A MADRUGADA - LEIA!

 

“Ciente, Vigilância já adota providências”

 

Há mais de trinta dias quem tem necessidade de encontrar uma farmácia aberta no período da madrugada até o início do expediente comercial do dia seguinte, para comprar qualquer tipo de medicamento, não consegue em Ji-Paraná. A única rede do ramo que atendia neste horário nos dois distritos do município suspendeu o atendimento, em decorrência da exigência da presença de um farmacêutico, justificando alto custo. Ontem, a Vigilância Sanitária informou ter conhecimento do fato, estando tomando as devidas providências.

A ausência de farmácias abertas durante a madrugada veio á publico na última semana com inúmeras reclamações através dos médios de comunicações, entre os quais a rádio Alvorada, Diário da Amazônia e Rede TV! Rondônia. Por telefone, Maria de Lurdes Ribeiro moradora do segundo distrito, reclamou não ter encontrado uma unidade aberta para comprar o medicamento prescrito pelo médico que lhe atendeu no pronto socorro ‘Dona Nega’. “Somente consegui comprar o medicamento no dia seguinte. Isso é um absurdo”, criticou.

A reportagem foi à única rede de farmácias que atendida à população durante a madrugada. A funcionária preferiu não se identificar, mas disse que o proprietário justificou o alto custo para manter o atendimento neste período, especialmente quando lhe foi exigido à presença de um farmacêutico. “Infelizmente, não podemos fazer nada”, declarou.

Conselho

Em contato com o Conselho Regional de Farmácias, a conselheira federal Lérida Vieira deixou claro que a função da entidade se limitar apenas em fiscalizar o exercício da profissão de acordo com o que estabelece o Artigo 6º da Lei Federal 13.021 que obriga farmácias e drogarias a ter o farmacêutico profissional durante o seu período de expediente.

 

Ainda segundo a conselheira, a autoridade máxima para estabelecer o horário de funcionamento das farmácias e drogarias, é o município. “Penso que cabe ao município, através da Vigilância Sanitária, a criação de uma escala de plantão. Assim como aconteceu em Pimenta Bueno”, declarou.

Sindicato

Outra entidade que comentou o caso foi o Sindicato dos Farmacêuticos de Rondônia através do seu presidente, Antônio de Paula, também via telefone. Para ele, farmácia e drogaria é um estabelecimento de saúde, portanto, deve fazer o máximo para atender bem a população, e trabalhar de acordo com as leis vigentes. “A sociedade, cada vez mais exige um trabalho de alta qualidade”, afirmou. “Até entendo que para alguns proprietários o custo realmente fique alto, mais tudo que se exige consta nas leis em vigor. O valor que se paga para o farmacêutico, em Ji-Paraná, é o mesmo para qualquer outro município”, declarou. Para ele, a Vigilância Sanitária é o órgão responsável pela forma de funcionamento desses estabelecimentos.

Vigilância

O Diário também ouviu a diretora da Divisão de Vigilância Sanitária de Ji-Paraná, Ana Maria dos Santos. Ela afirmou já ter conhecimento do problema, e que as providências estão sendo tomadas. Ainda segundo ela, a Lei Municipal que rege sobre o funcionamento de farmácias e drogarias da cidade, já se encontra defasada, por isso, encaminhou cópia da mesma para a Procuradoria Geral do Município (PGM) com objetivo que a mesma seja analisada pelo Procurador da Saúde. Ana Maria ainda disse que á maioria das farmácias atendem até as 22 horas. “Tão logo que recebermos a orientação da procuradoria, estaremos executando as providências necessárias”, garantiu. Atualmente, o município conta com uma população de quase 140 habitantes e aproximadamente 70 unidades, entre farmácias e drogarias.

Com o jornal,
Diário da Amazônia 

 

Em 11 de janeiro de 2017
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